A propedêutica da dialética paradigmática

Ok, ok, tenho que confessar que a minha maior dificuldade neste blog é escrever de modo que todo mundo entenda. Fico lendo e relendo os posts, tentando identificar os termos que podem não ser familiares para quem caiu de pára-quedas aqui. Mas nem sempre consigo. Estou tão imersa neste negócio de usabilidade que é difícil ficar fazendo projeção astral a toda hora para ver se consigo me comunicar com você.

Quando estamos conversando, olhando nos olhos, vendo os movimentos do interlocutor, sabemos se estamos agradando ou não. Do mesmo modo, o interlocutor pode interferir a qualquer momento e dizer que nada disso o interessa ou que não entendeu algum termo específico. A comunicação IRL é realizada de modo mais próximo da hipertextualidade, como um site, do que de modo linear, como um livro. A qualquer momento você pára o seu discurso e explica algo melhor. Mas como ter este feeling num blog na Internet?

Os comentários têm me ajudado bastante a perceber como falar com você. E eu me sinto muito grata com o feedback. 8:)

Bom mesmo era antigamente quando os bam-bam-bans do pedaço despejavam o que sabiam e a gente é que se virava para absorver, nem que se fosse por osmose, o que estava contido nos textos.

Não… esta não sou eu falando… adoro saber que posso aprender com você. 8:D


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Este artigo foi publicado por Simone Villas Boas no pixeladas aleatórias [http://s1mone.net] em 22/11/2002 às 11:21 na categoria Conteúdo. Você pode acompanhar os comentários neste feed. Você pode deixar um comentário.


Um comentário para o artigo “A propedêutica da dialética paradigmática”

  1. CATARINA:

    É realmente a maior dificuldade do indivíduo hoje ainda é a leitura… a conseqUÊNCIA DISSO DESINFORMAÇÃO, UM SOCIEDADE PSEUDOQUALIFICADA, PORÉM MUNIDOS DE “CANUDOS” DEBAIXO DO BRAÇO.
    E QUEM RESOLVE REMAR CONTRA A MARÉ TÁ “ULTRAPASSADO”. ALÉM DE TUDO A CRIATURA AINDA SENTE-SE NO DIREITO DE CRITICAR AQUELES QUE OPTARAM POR NÃO SEREM MAIS UM.

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