Usabilidade na Webdesign

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A matéria sobre usabilidade na Webdesign de novembro está completíssima. A revista traz, inclusive, uma série de depoimentos de profissionais sobre a liberdade artística e a usabilidade. Discussão esta que rolou aqui no blog séculos atrás e agora está se voltando para sites que adotam as os padrões Web. A leitura deste exemplar é altamente recomendada para qualquer sem noção.

Aliás, a revista é bem acabadinha, tem um projeto gráfico bem legal. É bom ver estas iniciativas ainda perduram. Melhor catar logo um exemplar, porque a revista costuma esgotar muito rápido.

C* de usuário não tem dono

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Jacob Nielsen está cada vez mais previsível. Agora, ele vem pôr em cima das empresas a total responsabilidade pela segurança dos programas em um alertbox intitulado User Education Is Not the Answer to Security Problems.

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Cores

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Saiu no caderno Informática e etc, de O Globo, hoje:

A vida online (e offline) pode ser mais colorida.
É só respeitar a paleta

André Machado

Que cor escolher na hora de montar um site ou blog? Ou de imprimir algo feito no micro? Vale refletir antes de tascar na página aquela “combinação” sem sentido. Segundo Simone Bacellar Leal Ferreira, diretora do Laboratório de Usabilidade da Ibmec Business School e autora de vários artigos sobre usabilidade em sistemas e na internet, a cor, no monitor do PC, é uma função matemática, definida pelas coordenadas R, G e B (vermelho, azul e verde), num processo aditivo que corresponde aproximadamente aos comprimentos de ondas eletromagnéticas que os olhos humanos enxergam. Já o processo de impressão usa o modelo CMYK (cian, magenta, amarelo e preto).

“Um monitor, por ser fonte de luz, pode criar cores. Já uma impressão usa pigmentos que absorvem e refletem a luz” explica. “Da por vezes a diferença que se constata entre o que há na tela e o que sai no papel, pela falta de um algoritmo adequado.

O branco é uma cor ambígua no uso em TI. Ele pode ser ideal para sistemas em que o usuário não permanece muito tempo na mesma tela, como na navegação por um Google. Mas, num sistema para o qual é preciso olhar o dia inteiro, pode ser uma cor cansativa e irritante, até por carregar em si as demais cores.

“É preciso ficar atento a um bom contraste, também” diz Simone. “Certa feita, vi um site ecológico, que para ser fiel a seu tema, escolheu um fundo marrom-claro e letras marrons. A leitura ficou prejudicada nesse caso.

É preciso ainda ser consistente, identificando URLs por cores de suas tarjas (na Amazon, a seção Books tem um tom esverdeado, enquanto a de Toys & Games ganha clima apropriadamente infantil).

“A cor deve ser usada para ajudar na comunicação, e não apenas num sentido estético” sentencia Simone.

Algumas regras básicas foram delineadas num estudo escrito por ela: a cor deve direcionar a atenção do usuário, determinar um estado de espírito, tornar uma interface mais fácil de ser memorizada (com cerca de sete elementos, em média), enfatizar o que é mais importante na informação exibida, e permitir que se identifiquem várias categorias de informação.

Cor pode ter diferentes significados culturais

Um ponto muito curioso do assunto é a questão cultural. A a seleção do tom depende do público-alvo do seu site. Por exemplo, segundo a especialista, o branco, muito associado no Ocidente a pureza e alegria, é em certos pases orientais a cor da morte e da dor.

“Em países onde a natureza é brumosa e sombria, as cores mais esmaecidas se refletem na psique das pessoas (e mesmo em seus trajes)” pondera. “Já num país tropical como o nosso a própria luz remete ao uso de cores fortes.

Isso sem falar na faixa etária: as crianças preferem as cores vibrantes, os mais idosos os tons pastéis. Por fim, qualquer sistema de TI que se preze deve dar ao usuário a liberdade de escolher as cores com que prefere trabalhar.

E este é o fim do dábliu dábliu dábliu?

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O site http://no-www.org está propagando pela rede que o www está perdendo o valor. Segundo este site, os websites devem ser configurados para redirecionar o tráfego do www diretamente para o domínio. Entendo que esta é uma atitude que visa a simplificação do processo, o que é louvável, mas não deixo de ficar um pouco apreensiva com campanhas como estas.
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