Planejando interfaces Web acessíveis

Update no endereço… Avenida Presidente Wilson 164 – 12º andar

A Synapsis DI está com uma parceria bem legal de desenvolvimento com a 288 Design. Eles estão começando agora com algumas atividades e eu sugeri para eles alguns temas legais para fazer algumas palestras curtinhas, recheadas de exemplos práticos. Eu vou dar a primeira delas sobre acessibilidade:

288 atividades: Planejando interfaces Web acessíveis
A acessibilidade numa interface Web começa antes da fase codificação. Ela toma forma no briefing com o cliente. É ali que se define o público-alvo e que tipo de interação será exercida. Planejar interfaces acessíveis desde a fase zero do projeto é o melhor caminho para a experiência do usuário, seja ele qual for.

Data e hora:
Terça-feira, 9 de outubro de 2007, das 9 às 12 horas

Local: Avenida Presidente Wilson, 164 – 12o. andar – Centro – Rio de Janeiro

Mais informações

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Blog low profile

A primeira encarnação deste blog se estabeleceu no Blogger da Globo.com em outubro de 2002. Era um blog de usabilidade na Web com um template tosco, tosco, mas que era atualizado mais de uma vez por dia. Eram notas dos cursos de Usabilidade na Puc-Rio. Eu era uma blogueira ansiosa que não escrevia para ninguém. Aliás, eu estava muito feliz por escrever para mim mesma. Se minhas anotações fossem úteis para alguém, muito legal! Se estas anotações me ajudariam a ter trabalho para mim e para meus amigos como hoje em dia eu consigo, só fui descobrir anos depois e com alguma surpresa.

O público que lê estas linhas hoje no pixeladas só chegou por aqui meses depois dos primeiros posts. Boa parte deles perdeu esta minha fase bizarra de escrever para os blogueiros meia-tigela do blogger.globo.com. E todos eles tinham uma única pergunta: como ser popular? Até que ajudei alguns com algumas dicas e pesquisas. Foi o começo de um trabalho que nunca terminei sobre os blogs corporativos que ia ser publicado antes de todo mundo. Bonde perdido? senta-se e espera-se outro.

Não acredito que cinco anos depois a pergunta ainda é a mesma. Agora o foco estão nos rankings. É ranking dos melhores, ranking dos péssimos, ranking dos twitteiros, super trunfo blogs… E tudo está envolto nos mais diversos flames. Sério, minha gente, e o conteúdo?

Blog é conteúdo, é idéia, é paixão.

Rankings deveriam ser engraçados! Deveriam existir para nossa diversão não para nosso estresse. Quer coisa mais patética que o Guiness Book? Não quero meus amigos neste livro!

Claro que fica tudo pior com a monetização dos blogs. Seria lindo se todos neste país pudessem ganhar dinheiro publicando suas idéias e gerando conteúdo na Internet. Eu não tenho ilusões! Mesmo se eu largasse toda minha vida e apenas escrevesse neste blog ou em qualquer outro, não faria mais do que os centavos que o adsense me dá de vez em quando.

Por isso, meninos lindos, vamos continuar escrevendo para nosso próprio aprendizado e crescimento. Sendo blogueiros fodas, podemos ser profissionais fodas. E profissional foda no Brasil e em qualquer lugar do mundo vale seu peso em ouro!

Obs.1: Este post veio de mais um bate-papo disléxico do Twitter com o Bruno Torres e Spiceee, que são dois blogueiros que admiro, assino há séculos e não estou nem aí para que rankings eles pertençam ou não.

Obs.2: Estes posts erráticos do Twitter ajudam muito a manter o ritmo de um blog. Recomendo!

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Visie: Code Show

Code Show
17 de Agosto de 2007.
E duas semanas depois, alguns notas sobre o Code Show:

  • Ótima dica do Élcio para separar entregas de um grande aplicativo em pequenos módulos. O cliente vê que o projeto está andando, os projetos mais fáceis de gerenciar e o tesãozinho de trabalho cumprido quase que diariamente.
  • Que nervoso me deu com Diego espalhando aquele font-family no código todo! Lembrete para mim mesma: escrever algo sobre boas práticas para CSS, reset.css ou mesmo sobre CSS frameworks. Update: Escrevi! Uma outra visão sobre CSS Frameworks.
  • Outro ponto que me deixou tensa foi a estrutura da página. Quando começo a montar um conteúdo, coloco apenas as tags indispensáveis para a compreensão do conteúdo. Qualquer div ou span de estrutura só entra quando estou feliz com o conteúdo e começo a montar o CSS. Isto minimiza a ocorrência de tags desnecessárias, principalmente para quem está começando com o CSS design.
  • Não vi os meninos validarem o código HTML durante o processo. Não vi se o CODA já faz isso e eu perdi a deixa. Estou sempre validando para evitar erros de renderização bizarros e evitar o acúmulo de erros em todas as páginas. O mesmo serve para a verificação de acessibilidade e usabilidade. Assim que estou com o HTML montadinho em todo site navego para ver se faz algum sentido. Isso antes mesmo de ter um layout! Eu sei que era apenas um exercício, mas era o lugar para aprendermos um pouco das práticas uns dos outros.
  • Subversion é tudo nesta vida. Ainda vou ter um! *:D
  • Estava curiosa sobre o Python, mas foi só isso. Não me apaixonei.
  • Foi ótimo finalmente conhecer Elcio, Diego, Rafael e Jader, e conhecer o menino Victor, que levou a gente para almoçar, e todo mundo mais!
    Visie Code Show
  • Preciso de um destes aparelhinhos wi-fi. Me senti em 1986 com bloquinho de notas e lapiseira.
  • Ainda não vi a gravação do CodeShow! Tenho que fazer isso logo!!!
  • Não comi pizza, mas tomei um chopp preto ótimo no Prainha Paulista (que infame!).
  • Nunca vá de vestidinho para SP no inverno. Você vai congelar.

Uma resenha mais profunda no blog do Jader.

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Pagando seus pecados com Sharepoint

Em todos estes anos nesta indústria vital, passei por momentos diversos de desilusão amorosa com aplicativos para Web. Usar o Lotus R6 para fazer fóruns de discussão e aplicar um redesign em 4.800 páginas estáticas em dois dias antes de conhecer o CSS Design foram apenas alguns dos mais notáveis. Mas nada se compara a tentar entender e usar o Sharepoint, o queridinho dos microsofteiros de plantão. Vejamos como causar uma gastrite numa amante do open source em três passos.

Primeiro passo: WSS, MOSS, whatever

A confusão começa pelo nome. WSS significa Windows Sharepoint Services, e MOSS, Microsoft Office Sharepoint Services. São dois softwares com características e preços diferentes que dividem o apelido. E ainda há o problema da versão (1999, 2003 ou 2007, acredito eu…), cujos objetivos também são bem diferentes. Google não ajuda muito com variáveis tão sutis. Mesmo a mais complexa das search queries traz tudo junto, inclusive coisas que você realmente não precisava saber.

O que vi até hoje é interessante, mas ainda não descobri para quê ele serve além de ser um repositório de arquivos MS Office, uma agenda de eventos e um painel de avisos. Sério. Qualquer coisa fora disso, é necessário contratar seu programador .NET favorito para criar uma webpart e torrar horas de desenvolvimento tentando entender o Sharepoint para integrar tudo.

E se for para integrar com qualquer outra solução Microsoft, boa sorte.

Segundo passo: É de graça mesmo?

Não, não de verdade. Se alguém tentar te empurrar esta solução e dizer que é de graça, certamente é a versão oferecida é WSS, já que as licenças do MOSS são insanamente caras. Conforme mencionado anteriormente, trabalhar com Sharepoint torra muitas horas de desenvolvimento e programadores .NET que, diga-se de passagem, não são os mais em conta no mercado.

Em termos de desenvolvimento de interface é muito pior. Para alterar qualquer coisa no tema ou na default.master é necessário o Sharepoint Designer, que é o herdeiro do FrontPage. Que pesadelo voltar a usar um WYSIWYG tosco destes! Mas somente por ele é possível usar o controle de versão do portal. Alguém pode me informar quanto é uma licença para ele?

[Tenho um feeling de que os truques que estou catando desesperadamente pela Internet são oferecidos através de treinamento específico. Sim, treinamento específico para editar HTML e CSS, você leu corretamente.]

Terceiro passo: Personalização é tabu

A documentação para costumização dos temas e páginas mestras do Sharepoint são quase inexistentes. Qualquer busca por estes termos sempre irá retornar temas gratuitos e artigos sobre os perigos de alterar as coisas. É apavorante!

Se o código HTML fosse bem construído, eu perdoaria. Mas alguns page layouts não fornecem qualquer distinção usando classes ou identificadores entre a coluna do meio das laterais. Como fazer algum design de interfaces decente de duas ou três colunas sem conseguir diferenciá-ls? Consegui manipular uma das colunas com seletor td[width="70%"]. Pena que só funciona no Internet Explorer 6 com um script que emula a implementação deste tipo de seletor.

Ainda estou tentando descobrir como não editar um tema dentro do Sharepoint Designer para evitar a armadilha do ghosting/unghosting (que é a pior solução de cacheamento de arquivos que já vi). Por enquanto, estou trabalhando com um tema que contém apenas um arquivo .css:

@import url(http://localhost/styles.css);

Tosco, mas funciona lindamente!

Ufa… isso foi só um post-desabafo. Se alguém aí teve alguma experiência semelhante assine aqui embaixo. Preciso ver alguma luz no fim deste túnel! Obrigada!

Referências:

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