Diariamente

Comprei uma bolsa maior semana passada. A que estava usando para ir trabalhar não comportava o número de gadgets que eu *preciso* todos os dias para ir até o trabalho e voltar. Um celular que realiza chamadas e envia mensagens de texto, uma câmera digital para aqueles flagrantes, um tocador de MP3 para me isolar de toda esta loucura, um handheld para pôr alguma ordem na minha vida. Meus brinquedos constituem uma nova estrofe para aquela velha canção da Marisa Monte.

C* de usuário não tem dono

Jacob Nielsen está cada vez mais previsível. Agora, ele vem pôr em cima das empresas a total responsabilidade pela segurança dos programas em um alertbox intitulado User Education Is Not the Answer to Security Problems.

Sim, eu amo o Piropo

Hoje no Informática Etc, do jornal O Globo, o B. Piropo publicou um artigo sobre RSS. Como sempre, seu texto é claro, preciso e acessível para todos. Quando eu crescer, vou escrever que nem ele! 8:D

Para pensar

Quando temos dificuldade em ler algum texto com letra de médico colocamos a culpa nos nossos óculos? Então porque tem gente que se recusa a usar outro navegador que não o Internet Explorer porque os sites neles ficam ruins?

Junte-se à intifada GPL!

Com o aumento da fatia do mercado dos browsers open source nas últimas semanas e a perda da credibilidade dos seus produtos, a Microsoft andou abrindo o olho e está jogando muito, muito sujo. Banners monstruosos em vários sites brasileiros “vendendo” o SP2 como a oitava maravilha é apenas o sinal mais aparente disso.

Não!!! Anúncios no RSS não… muito tarde…

Santa ingenuidade, Batman! Não notei mesmo que o tiro no pé dos amigos do blog de Usabilidade e Arquitetura de Informação pertencia um padrão. Só hoje percebi isso lendo uma matéria na Wired. Várias empresas já estão adicionando anúncios aos seus feeds.

Google Desktop!

Depois do GMail, do Orkut, do AdSense, do Google News, do Froogle, do Blogger, do Picasa e mais uma lista interminável de sites e softwares, estava na hora do Google entrar de vez no seu computador. Chegou o Google Desktop! Tada!

Ministério da Saúde adverte: Feed com moderação

Fiz uns testes com o feed do site e para isso fui fuçar alguns leitores. Para quem vivia de Bloglines, fiquei admirada com as possibilidades. É possível ler feeds no navegador, no cliente de e-mail e até num iPod! Não falta muito para você poder ler RSS em outros artefatos geek como tocadores MP3 para carros e despertadores com projetor. Já pensou acordar de manhã lendo no teto do seu quarto algum post enfurecido de algum amigo insone?

Teoricamente, qualquer informação hoje disponível na Web pode ser convertida para um arquivo XML básico (em formato Atom, RSS 1.0 ou 2.0, por exemplo). Este XML é formatado e pode ser lido por qualquer software ou dispositivo que possa ser sincronizado com um computador (como handhelds) ou que tenha acesso direto à Internet (como celulares). Esta flexibilidade toda oferece muitas chances de a informação alcançar o usuário em momentos diferentes do dia.

Um mesmo arquivo também em XML com a extensão .opml pode ser exportado de um programa cliente com os feeds favoritos para qualquer outro tipo de leitor. O usuário organiza sua lista no computador e joga ele no celular onde este tipo de organização é mais complicado, ou então envia de casa para o trabalho. Me parece ser mais um daqueles arquivos essenciais no pendrive.

Por outro lado, tudo bem que o usuário deseja estar informado a qualquer momento sobre suas ações ou sobre a última fofoca da escola. Mas em que ponto isso não se transforma em assédio da informação sobre o usuário? Tanta informação o tempo todo pode causar algum estresse a longo prazo? Quando vieram com aquele papo de que a informação na era da Internet era demais, eu não dei bola porque era simplesmente não acessar um site qualquer. Mas e agora que ele vem até mim? É possível usar estar conectado o tempo todo sem sofrer um overclock mental?

Em algum momento, a informação mais relevante passa a não ser mais captada pelo usuário tamanha a quantidade. É possível julgar o que é relevante o tempo todo? Fui compulsivamente adicionando feeds “essenciais” à minha lista, mas tenho sempre a impressão que acabo não lendo o que realmente importa. Isso porque, confesso, não leio de verdade, apenas passo os olhos procurando palavras-chave.

De qualquer forma, se você estiver preparado para os riscos veja estas dicas:

  • Bloglines: A opção portátil. 8:) É ideal para quem lê os feeds em casa e no trabalho.
  • Google Reader: Alternativa ao Bloglines.
  • SharpReader: Este é um cliente de feeds open source. O diferencial dele são as referências a outros artigos em formato de threads. Download em http://www.sharpreader.net/
  • Feedreader: Outra opção de cliente open source. A interface é bem mais fofinha que o do SharpReader, mas não é tão prático.
  • Sage: Extensão para Mozilla e Firefox para leitura de RSS no sidebar do navegador.
  • Forumzilla: No cliente de e-mail também pode. Esta é uma extensão para Mozilla Mail e Thunderbird.
  • Plucker: Este software open source de nome infame para leitura de textos em handhelds também lê no formato RSS.
  • Tivo: Em algum momento num futuro próximo, será possível acessar seus feeds da sua televisão. Veja mais neste post do Andrew Grumet.
  • iPodder: Este programa organiza os seus feeds para você ler no seu iPod.
  • Gregarius: O Bloglines é lento demais? Aquele tema azul lhe dá nos nervos? Então instale um webapp de leitor de feeds no seu site! O código é opensource e você pode baixar outros temas ou então criar o seu próprio.

E mais!

  • Meus favoritos
  • Misturando as bolas de vez: lendo suas mensagens do GMail como feeds.
  • Cada grupo Yahoo!Grupos tem um link para com RSS logo na página principal. O endereço padrão é http://rss.groups.yahoo.com/group/nome do grupo/rss
  • É mais fácil acompanhar os bookmarks cadastrados nas contas de seus amigos no del.icio.us ou no StumbleUpon pelo leitor de feeds.
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Haja redes sociais!

Fui convidada para mais uma social networking neste final de semana. A bola da vez agora é o Link, do grupo Estadão. Parece que os meus maiores receios se concretizaram. Cada empresa mais ou menos metida a grande vai querer ter o seu próprio site de rede social.

Os paradigmas da navegação off e on line

Durante anos, ouvimos aquele papo de que a Web é um ambiente diferente de todos os outros off line. A estrutura da informação deve ser específica, única, totalmente nova. Deve-se considerar a percepção diferenciada que o usuário tem em relação às outras mídias. Eu mesma andei falando isso por aí, confesso. Mas vi um site hoje que me fez pensar se não está na hora de começar a mudar este discurso radical.