Trabalhando em equipe

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Andei me desesperando novamente com pessoas que acreditam que sua parte no projeto é a peça fundamental, enquanto todas as outras são supérfluas. Neste caso específico, era justamente o contrário desta tirinha do Dilbert, o que acabou me rendendo algum alvio. Ou não…

Será que a solução para o trabalho multidisciplinar em equipe é cada um ficar gritando do seu lado? Não dá para simplesmente trabalhar junto? Quanto ódio no coração!

Compras por impulso

Saiu ontem no Plantão Info uma reportagem mostrando um estudo brasileiro comparando compras por impulso em lojas tradicionais versus lojas on line.

O redesign do site que amamos

Nestes dias, o All Music Guide relançou o seu site com uma reestruturação completa. Foram revistos arquitetura da informação, usabilidade, lanternagem, funilaria, troca de óleo… tratamento vip. Adorei o visual mais limpo e a navegação bem estruturada. Ficou mais simples obter alguma informação específica com a riqueza que este site pode oferecer de fato. Mas claro que esta é apenas a minha opinião.

Um amigo – o mesmo que me mostrou o site e me viciou nele – ficou revoltadíssimo com o redesign. Perguntei se ele não achava o site meio tosco antes com aquela texturazinha amarelinha e toda a informação do mundo entulhada numa página só. Ele apenas replicou dizendo que o site estava mais burocrático. De fato, a nova arquitetura, que possibilitou ampliar as possibilidades e tornar as páginas menos carregadas, também aumentou o número de cliques.

Entendo ele perfeitamente. Um usuário de anos acaba sentindo algum afeto pelo site. Aquele site também é dele. E, por mais que o usuário compreenda o espírito mutável dos websites, acordar uma bela manhã e ver seu site mais “burocrático” é um choque e tanto. Isso não significa perda imediata de usuários, mas pode ser um revés temporário numa imagem que leva-se muito tempo para construir.

Redesigns são necessários. A cada dia, aprendemos mais sobre os usuários, sobre o desenvolvimento de sites, sobre a Internet em si. Aprimorar sempre é um dos princípios da civilização ocidental, não é? Mas é bom prevenir o choque. Transições graduais podem ser uma solução. Outra pode ser a notificação do usuário por editorial ou newsletter. E aproveite para sondar o usuário quanto à sua satisfação.

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A exploração descomprometida com a informação foi privilegiada nesta nova versão do site

All Music Guide através dos anos:

Novo site sobre wireless

Lançado hoje o Mobile Life, um site de referência em dispositivos móveis. Imprescídivel em seu bookmark ou feed reader! 8;)

Consumindo guloseimas por atacado

chokito.jpgComo todas as mulheres, tenho um fraco por doces. Chocolates brancos são minha perdição. Quando vi esta matéria na Info hoje sobre a seção virtual de Guloseimas das Americanas.com, quase surtei. Evito a todo custo passar neste departamento por quase nunca conseguir sair de lá sem um pacotinho.

Sistemas e interfaces gráficas

Foi publicado no Webinsider um artigo interessante sobre a relação simbiótica entre sistemas e interfaces gráficas:

Sistemas fazem sexo, interfaces fazem amor

Sistemas devem ser confiáveis e seguros. As boas interfaces exercem uma relação muito mais subjetiva: elas nos encantam, nos fazem respirar fundo e, quando estamos longe, nos fazem sentir saudades.

Leia no Webinsider »

Cores

Saiu no caderno Informática e etc, de O Globo, hoje:

A vida online (e offline) pode ser mais colorida.
É só respeitar a paleta

André Machado

Que cor escolher na hora de montar um site ou blog? Ou de imprimir algo feito no micro? Vale refletir antes de tascar na página aquela “combinação” sem sentido. Segundo Simone Bacellar Leal Ferreira, diretora do Laboratório de Usabilidade da Ibmec Business School e autora de vários artigos sobre usabilidade em sistemas e na internet, a cor, no monitor do PC, é uma função matemática, definida pelas coordenadas R, G e B (vermelho, azul e verde), num processo aditivo que corresponde aproximadamente aos comprimentos de ondas eletromagnéticas que os olhos humanos enxergam. Já o processo de impressão usa o modelo CMYK (cian, magenta, amarelo e preto).

“Um monitor, por ser fonte de luz, pode criar cores. Já uma impressão usa pigmentos que absorvem e refletem a luz” explica. “Da por vezes a diferença que se constata entre o que há na tela e o que sai no papel, pela falta de um algoritmo adequado.

O branco é uma cor ambígua no uso em TI. Ele pode ser ideal para sistemas em que o usuário não permanece muito tempo na mesma tela, como na navegação por um Google. Mas, num sistema para o qual é preciso olhar o dia inteiro, pode ser uma cor cansativa e irritante, até por carregar em si as demais cores.

“É preciso ficar atento a um bom contraste, também” diz Simone. “Certa feita, vi um site ecológico, que para ser fiel a seu tema, escolheu um fundo marrom-claro e letras marrons. A leitura ficou prejudicada nesse caso.

É preciso ainda ser consistente, identificando URLs por cores de suas tarjas (na Amazon, a seção Books tem um tom esverdeado, enquanto a de Toys & Games ganha clima apropriadamente infantil).

“A cor deve ser usada para ajudar na comunicação, e não apenas num sentido estético” sentencia Simone.

Algumas regras básicas foram delineadas num estudo escrito por ela: a cor deve direcionar a atenção do usuário, determinar um estado de espírito, tornar uma interface mais fácil de ser memorizada (com cerca de sete elementos, em média), enfatizar o que é mais importante na informação exibida, e permitir que se identifiquem várias categorias de informação.

Cor pode ter diferentes significados culturais

Um ponto muito curioso do assunto é a questão cultural. A a seleção do tom depende do público-alvo do seu site. Por exemplo, segundo a especialista, o branco, muito associado no Ocidente a pureza e alegria, é em certos pases orientais a cor da morte e da dor.

“Em países onde a natureza é brumosa e sombria, as cores mais esmaecidas se refletem na psique das pessoas (e mesmo em seus trajes)” pondera. “Já num país tropical como o nosso a própria luz remete ao uso de cores fortes.

Isso sem falar na faixa etária: as crianças preferem as cores vibrantes, os mais idosos os tons pastéis. Por fim, qualquer sistema de TI que se preze deve dar ao usuário a liberdade de escolher as cores com que prefere trabalhar.

Banheiros modernos

Recebi este texto por e-mail hoje, juntamente com as fotos:

Here’s a picture of a public toilet in Switzerland that’s made entirely
out of one-way glass. No one can see you in there, but when you are
inside, it looks like you’re sitting in a clear glass box.

Would you use it?

por fora…

por dentro…

Independentemente de ser um hoax ou não, me quesítiono mesmo se usaria este artefato. Além da conhecida inibição feminina com banheiros públicos, há o fator segurança mesmo. Por mais que vejamos com os nossos próprios olhos, antes de entrar, que é um ambiente seguro, como se livrar daquela vozinha irritante repetindo ladainhas medrosas no ouvido?

Bloglines: Soluções para information junkies de plantão

Descobri somente esta semana para que serve o tal do Bloglines. Na verdade, nem sabia direito para que servia estes arquivos XML perdidos na raiz deste site até ver a quantidade de gente que assina o blog através dele. Andei mostrando o sisteminha para meio mundo aqui no projeto e continuarei evangelizando meus amigos viciados em informação. 8:)

Outras perspectivas

Semana passada, o CERT provocou burburinhos na comunidade ao anunciar que qualquer navegador disponvel no mercado é melhor que o Internet Explorer em termos de segurança. Tudo bem que todo mundo já sabia disso, mas esta ênfase toda contra o navegador da Microsoft é assustador. E, sabendo-se que somente haverá uma nova versão do IE no ano que vem, é melhor correr atrás de uma alternativa agora ou viver de patches e service packs. Mas que a segurança não seja o único motivo para a mudança.