Visie: Code Show

Code Show
17 de Agosto de 2007.
E duas semanas depois, alguns notas sobre o Code Show:

  • Ótima dica do Élcio para separar entregas de um grande aplicativo em pequenos módulos. O cliente vê que o projeto está andando, os projetos mais fáceis de gerenciar e o tesãozinho de trabalho cumprido quase que diariamente.
  • Que nervoso me deu com Diego espalhando aquele font-family no código todo! Lembrete para mim mesma: escrever algo sobre boas práticas para CSS, reset.css ou mesmo sobre CSS frameworks. Update: Escrevi! Uma outra visão sobre CSS Frameworks.
  • Outro ponto que me deixou tensa foi a estrutura da página. Quando começo a montar um conteúdo, coloco apenas as tags indispensáveis para a compreensão do conteúdo. Qualquer div ou span de estrutura só entra quando estou feliz com o conteúdo e começo a montar o CSS. Isto minimiza a ocorrência de tags desnecessárias, principalmente para quem está começando com o CSS design.
  • Não vi os meninos validarem o código HTML durante o processo. Não vi se o CODA já faz isso e eu perdi a deixa. Estou sempre validando para evitar erros de renderização bizarros e evitar o acúmulo de erros em todas as páginas. O mesmo serve para a verificação de acessibilidade e usabilidade. Assim que estou com o HTML montadinho em todo site navego para ver se faz algum sentido. Isso antes mesmo de ter um layout! Eu sei que era apenas um exercício, mas era o lugar para aprendermos um pouco das práticas uns dos outros.
  • Subversion é tudo nesta vida. Ainda vou ter um! *:D
  • Estava curiosa sobre o Python, mas foi só isso. Não me apaixonei.
  • Foi ótimo finalmente conhecer Elcio, Diego, Rafael e Jader, e conhecer o menino Victor, que levou a gente para almoçar, e todo mundo mais!
    Visie Code Show
  • Preciso de um destes aparelhinhos wi-fi. Me senti em 1986 com bloquinho de notas e lapiseira.
  • Ainda não vi a gravação do CodeShow! Tenho que fazer isso logo!!!
  • Não comi pizza, mas tomei um chopp preto ótimo no Prainha Paulista (que infame!).
  • Nunca vá de vestidinho para SP no inverno. Você vai congelar.

Uma resenha mais profunda no blog do Jader.

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Pagando seus pecados com Sharepoint

Em todos estes anos nesta indústria vital, passei por momentos diversos de desilusão amorosa com aplicativos para Web. Usar o Lotus R6 para fazer fóruns de discussão e aplicar um redesign em 4.800 páginas estáticas em dois dias antes de conhecer o CSS Design foram apenas alguns dos mais notáveis. Mas nada se compara a tentar entender e usar o Sharepoint, o queridinho dos microsofteiros de plantão. Vejamos como causar uma gastrite numa amante do open source em três passos.

Primeiro passo: WSS, MOSS, whatever

A confusão começa pelo nome. WSS significa Windows Sharepoint Services, e MOSS, Microsoft Office Sharepoint Services. São dois softwares com características e preços diferentes que dividem o apelido. E ainda há o problema da versão (1999, 2003 ou 2007, acredito eu…), cujos objetivos também são bem diferentes. Google não ajuda muito com variáveis tão sutis. Mesmo a mais complexa das search queries traz tudo junto, inclusive coisas que você realmente não precisava saber.

O que vi até hoje é interessante, mas ainda não descobri para quê ele serve além de ser um repositório de arquivos MS Office, uma agenda de eventos e um painel de avisos. Sério. Qualquer coisa fora disso, é necessário contratar seu programador .NET favorito para criar uma webpart e torrar horas de desenvolvimento tentando entender o Sharepoint para integrar tudo.

E se for para integrar com qualquer outra solução Microsoft, boa sorte.

Segundo passo: É de graça mesmo?

Não, não de verdade. Se alguém tentar te empurrar esta solução e dizer que é de graça, certamente é a versão oferecida é WSS, já que as licenças do MOSS são insanamente caras. Conforme mencionado anteriormente, trabalhar com Sharepoint torra muitas horas de desenvolvimento e programadores .NET que, diga-se de passagem, não são os mais em conta no mercado.

Em termos de desenvolvimento de interface é muito pior. Para alterar qualquer coisa no tema ou na default.master é necessário o Sharepoint Designer, que é o herdeiro do FrontPage. Que pesadelo voltar a usar um WYSIWYG tosco destes! Mas somente por ele é possível usar o controle de versão do portal. Alguém pode me informar quanto é uma licença para ele?

[Tenho um feeling de que os truques que estou catando desesperadamente pela Internet são oferecidos através de treinamento específico. Sim, treinamento específico para editar HTML e CSS, você leu corretamente.]

Terceiro passo: Personalização é tabu

A documentação para costumização dos temas e páginas mestras do Sharepoint são quase inexistentes. Qualquer busca por estes termos sempre irá retornar temas gratuitos e artigos sobre os perigos de alterar as coisas. É apavorante!

Se o código HTML fosse bem construído, eu perdoaria. Mas alguns page layouts não fornecem qualquer distinção usando classes ou identificadores entre a coluna do meio das laterais. Como fazer algum design de interfaces decente de duas ou três colunas sem conseguir diferenciá-ls? Consegui manipular uma das colunas com seletor td[width="70%"]. Pena que só funciona no Internet Explorer 6 com um script que emula a implementação deste tipo de seletor.

Ainda estou tentando descobrir como não editar um tema dentro do Sharepoint Designer para evitar a armadilha do ghosting/unghosting (que é a pior solução de cacheamento de arquivos que já vi). Por enquanto, estou trabalhando com um tema que contém apenas um arquivo .css:

@import url(http://localhost/styles.css);

Tosco, mas funciona lindamente!

Ufa… isso foi só um post-desabafo. Se alguém aí teve alguma experiência semelhante assine aqui embaixo. Preciso ver alguma luz no fim deste túnel! Obrigada!

Referências:

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Cri cri… cri cri…

Ontem, um amigo meu enviou uma mensagem de disponibilidade para trabalhos braçais. Ele precisava de algum freela “brainless” para relaxar. Afirmei que estou pegando todos para mim. Ando fominha destes trabalhos e passando adiante todo o resto!

Eu te libertei…

Hoje ouvi uma reclamação semelhante de uma outra amiga. “Estou cansada de pensar”. Poderia complementar “cansada de ser mal paga para pensar”, mas é injusto. Nunca tive tanto trabalho, nem fui tão bem remunerada. Acredito que posso dizer o mesmo de alguns deles.

Desde que voltei com este blog em maio, fiquei surpresa que muitos dos posts ficaram meio perdidos, sem discussão. Procurei por outros sites, ninguém blogando. Se encostasse o ouvido perto do computador, acho que dava para ouvir o “cri-cri” do grilo denunciando o silêncio na blogosfera profissional brasileira. Estão todos cansados de pensar oito horas por dia para blogar à noite. Tudo o que andamos fazendo é publicando frases soltas no Twitter e copiando links para nosso del.icio.us. Mais nada.

O grande incentivo dos blogs profissionais no início dos anos 2000 foi a necessidade de expressão. Todo mundo queria publicar o que estava pensando, mesmo que não tivesse ninguém para ler. O trabalho era chato, os produtos eram ruins e a bolha nos deixou deprimidos. Queríamos uma plataforma nova, fácil e inteligente como os primeiros anos da Internet comercial não foi de fato. E quem diria que o que planejamos, a tal Web 2.0, iria nos deprimir também. E agora por excesso de trabalho.

Sim, eu acho que sei por que estou me sentindo assim. Não tem muita gente para ajudar. Digo, ajudar a pensar! Para quebrar pedra é fácil conseguir alguém. Agora alguém que saiba o que fazer com a pedreira…

Desde o ano passado estou recebendo vários pedidos por profissionais para todas as áreas, especialmente programadores. Estão todos alocados. Queria saber se tem gente nova, saindo de universidades e cursos técnicos, que esteja entrando no mercado hoje. Agora sim sentimos no mercado Web o que a galera de Tecnologia da Informação sofre há décadas: dezenas de milhares de vagas em aberto para uns poucos gatos pingados formados a cada ano.

Se você tiver alguma idéia do que mais está acontecendo com a gente, por favor se manifeste na caixa de comentários logo abaixo. Obrigada.

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1º Encontro Carioca do Movimento BLS

Nesta segunda, os blogueiros cariocas se encontrarão no 1º Encontro Carioca do Movimento BLS. Alguns dos temas em pauta:

  • Rentabilização de Blogs (Fabio Seixas – Versão Txt)
  • Como a mídia tradicional está encarando os blogs (Paulo Mussoi – O Globo Online)
  • Vivendo de blog, o problogger (Carlos Cardoso – Contraditorium)
  • O marketing e os blogs, marketing viral e estratégias de guerrilha (Alexandre Inagaki – Pensar Enlouquece)
  • Monitoração e análise da comunicação boca-a-boca na web (Alessandro Barbosa Lima – E.life)

Data e horário:
Segunda-feira, dia 6 de agosto, a partir das 19hs

Armazém Digital
Shopping Rio Design/Leblon
Avenida Ataulfo de Paiva, 270 – Loja 104
Tel: (21) 2274-5999
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