Como achar algo nesta bagunça?

Você sabe o que é a Internet? Eu acho que é uma rede pública de computadores, onde são oferecidos vários serviços, como o correio eletrônico, a web, o peer-to-peer, Archie, Usenet e assim vai. Mas depois de uma bolha na Nasdaq, uma novela da Globo e o PC do Milhão ainda tem gente que acha que Internet é o Yahoo!.

O meu estudo é melhor que o seu

Da série “Seria cômico se não fosse trágico”, percebi que a ciência da usabilidade ainda não é madura o suficiente para seus membros serem levados a sério. O primeiro e-mail que recebi esta manhã era uma indicação de um artigo contando a guerra de divas entre dois escritórios de usabilidade ingleses.

Usabilidade não nasceu ontem

Renata Zilse, mestranda da Anamaria, assinou um artigo na Webinsider dando um panorama sobre o estudo da ergonomia sobre o ponto de vista do grupo da PUC-Rio. Vale dar uma conferida…

Usabilidade de menus de DVDs

Voltou à discussão na lista da Sigia-l a questão dos menus dos aparelhos de DVD. Está a um aparelho que não consigo usar mesmo. Mas esta é a velha questão do relógio do vídeo-cassete. Você comprou o aparelho e não foi barato, é bom aprender a usar a coisa. Bem… projetar aparelhos fazem parte do nosso dia-a-dia… então vamos esquecer este por enquanto.

Sobre equipes de produção Web

Estes dias recebi um e-mail que me deixou chateada. Um leitor deste blog, após ter lido o post sobre Tableless, me acusou de estar “preocupada mais com a estética do que com o código fonte”. ‘Tá tudo errado.

Dejà vu

Se você realmente navegou neste site, você reparou que tem páginas que estão no Blogger e outras que estão no Kit.Net. Pois é, me perdoe. Foi um problema técnico há algum tempo. Decidi que o Blogger não é um servidor seguro para as minhas atualizações e resolvi colocar o que é estático no Kit.Net.

Olha mãe! Sem tabelas!

Nos primórdios do HTML, só havia as tabelas. Para diagramar uma página simples como esta, pensávamos em tabelas complexas com várias linhas, colunas, células mescladas, o diabo a quatro. Não tinha jeito, o HTML não permitia altas viagens de posicionamento dos elementos. Não foi construído para isso. Não dava para colocar um texto um teco mais para cima ou uma foto um pouco mais à esquerda. Usávamos a criatividade para enganar dois browsers ao mesmo tempo e nos orgulhávamos disso.

Usabilidade não é coisa de gente quadrada – III

Comecei a divagar sobre esta parada depois de ler um post de um sujeito que culpava a usabilidade pela quadratização dos sites. Acho que estou satisfeita agora, mesmo não tendo concluído o pensamento. 8:$

Segue dois artigos que saíram recentemente na Webinsider que tem tudo a ver com isso:

Usabilidade não é coisa de gente quadrada – II

As coisas mudam muito rápido na Grande Rede. Há apenas três anos era obrigatório desenvolver websites pensando no Netscape Navigator. Foi mais ou menos na mesma época que começamos a notar que o Internet Explorer iria dominar o mercado. “Era o fim do mundo”, dizíamos. Atualmente, acho que nem usuário de Mac usa o Navigator.

Usabilidade não é coisa de gente quadrada – I

Quando trabalhei como HTMLer na finada MLab, havia uma velha certa rixa entre alguns de nós e os designers. Nosso trabalho consistia em recortar os layouts que os designers criavam livremente no Adobe Photoshop e transformar tudo em código HTML. Às vezes, por causa de um detalhe do layout [que poderia ser um ponto fundamental do conceito gráfico do site, mas nós não sabíamos…], tínhamos que dar altas voltas para enganar o browser. E tínhamos que enganar tanto o Internet Explorer quanto o Netscape Navigator! Era insano, mas eu gostava de desafios. Mas quem não curtia uma aventura como essa rosnava sempre a mesma velha frase: HTML não faz curva!