Afinal, quem é o dono deste conteúdo?

Há quanto tempo o seu website não é atualizado? Ou daquele do seu cliente, tio do seu amigo, que você fez em 1999? Vi hoje uma nota no Slashdot sobre o restaurante neozelandês multado por exibir uma lista de preços desatualizada em seu website. Este caso foi extremo pois os responsáveis foram notificados por meses antes do prejuízo. Mas não seria bom se as empresas respeitassem o consumidor e atualizassem os dados de seus produtos e serviços regularmente?

O problema é que nem sempre o cliente está disposto a pagar por isso, e claro que estas atualizações não devem ser gratuitas. Muitas vezes o prestador de serviços, visando um contrato de manutenção, dificulta o máximo o treinamento do cliente para que ele não possa atualizar os dados sozinho. Hoje, considero isso falta de ética profissional, mas alguns anos atrás era uma prática comum e aceitável. O medo de que o usuário estragasse o seu trabalho de meses chegava a dar arrepios em vários designers que conheci. Vi muito desenvolvedor segurando a senha do FTP e sumindo do mapa. Eu mesma ainda me pergunto se um usuário pode atualizar um conteúdo utilizando código semântico, respeitando o desenvolvimento de acordo com as recomendações do W3C. De qualquer forma, nada disso justifica este tipo de chantagem.

Por outro lado, o usuário comum sabia da importância da Internet como veículo de marketing, mas julgava difícil demais cuidar sozinho deste negócio de conteúdo de “uebessaite”. Muitas vezes, esta insegurança foi alimentada por discursos mirabolantes dos vendors. Mas esta é uma postura que tende a mudar cada vez mais com a cultura de weblogs e redes sociais. O usuário está se familiarizando com a produção e formatação de conteúdo na Internet e, com isso, ganhando intimidade e segurança.

Neste contexto e considerando os gerenciadores de conteúdo disponíveis no mercado, open source ou não, chega a ser indecente propôr um website que somente o prestador de serviços pode atualizar. Certo que muitas destas ferramentas não possuem o nível de acessibilidade adequado ao usuário comum. Mas umas horinhas de treinamento não podem ser embutidas no preço de venda do serviço? Uma customização na ferramenta de administração também não pode ser planejada e cobrada previamente? Tudo isso pode ser vendido destacando-se a independência do usuário que pode decidir mudar qualquer dado em seu site a qualquer hora. Ou alguém aqui nunca recebeu uma ligação de um cliente sábado ? noite?

43 Things

Conheça o 43 Things

Porque 1984 não foi como 1984

Mesmo se não tiver banda larga, sofra um pouquinho, mas não deixe de ver estes vídeos. O primeiro é o comercial de anúncio do lançamento do Macintosh, que faz referência ao livro “1984″ de George Orwell. O outro é Steve Jobs tirando o Macintosh da mala para revolucionar o mercado de PCs com interfaces gráficas amigáveis… inaugurando-o! Dá vontade de chorar como ele.

Do post original 1984 – the lost tape Macintosh Introduction video recovered, no Industrial Technology and Wichtcraft. Dica do Spark

Internet Explorer 7.0

Today at RSA, Bill Gates talked about Internet Explorer 7. As the guy responsible for IE, I wanted to say a couple of things about it.

First, some basics: we’re committing to deliver a new version of Internet Explorer for Windows XP customers. Betas of IE7 will be available this summer. This new release will build on the work we did in Windows XP SP2 and (among other things) go further to defend users from phishing as well as deceptive or malicious software.

Leia o post completo no IEBlog »

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